Águas Claras

Águas Claras

A cidade é uma das mais recentes do Distrito Federal, mas apresenta crescimento populacional acelerado. O perfil demográfico aponta para grandes contingentes de jovens famílias de classe média.

Brasília

Brasília

A cidade é cheia de peculiaridades, a começar pelos endereços: as ruas não têm nomes, as localizações são feitas por números e letras; as tesourinhas, retornos em formato de trevo, eliminam a necessidade de semáforos e tornam o trajeto de casa para o trabalho mais ágil.

A principal atividade econômica da primeira Região Administrativa do DF é o funcionalismo público. A segunda atividade econômica é o comércio.

A estabilidade e os altos salários oferecidos pelo Estado são responsáveis por mais da metade da riqueza produzida no Distrito Federal, o que contribui para manter o Produto Interno Bruto (PIB) aquecido e a renda per capita, elevada.

Brazlândia

Brazlândia

Dados da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) indicam que cerca de 2,8 mil propriedades rurais produzem 34% de tudo o que é consumido no Distrito Federal. O cultivo de morango é o carro-chefe. Brazlândia, que está a 45 km de Brasília, é a sétima maior produtora da fruta no país e a primeira da região Centro-Oeste.

Candangolândia

Candangolândia

Conhecida como cidade-mãe, a Candangolândia surgiu como a terra dos pioneiros que trabalharam na construção de Brasília. A Região Administrativa conta atualmente com pouco mais de 20 mil habitantes e conserva até hoje casas de madeira.

Ceilândia

Ceilândia

Ceilândia é a localidade do Distrito Federal com a maior densidade urbana. Possui atualmente quase 600 mil habitantes. Tem um dinamismo próprio e oferece um terço dos postos de trabalho aos seus moradores. A cidade é lugar de oportunidades para quem quer investir e empreender, sendo hoje reduto da classe C.

Cruzeiro

Cruzeiro

A Região Administrativa XI nasceu antes da inauguração da capital federal. É conhecida por ter abrigado, desde a fundação, brasileiros vindos do Rio Janeiro. A principal atração cultural do Cruzeiro é a Associação Recreativa Unidos do Cruzeiro (Aruc). A escola é apadrinhada pela Portela, por isso leva as cores da águia simbólica da tradicional escola do Rio de Janeiro. Desde 1962 é a maior campeã do Carnaval candango. No ano passado foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial do DF pelo governo local.

Fercal

Fercal

Uma antiga área localizada entre Sobradinho e Sobradinho II tornou-se a 31ª Região Administrativa do Distrito Federal. Nascida há mais de quarenta anos, quando os funcionários da fábrica de cimento se instalaram na área, a RA é formada por 14 comunidades, das quais seis são rurais e as demais, urbanas. Segundo dados cadastrais do sistema de abastecimento de água dos poços artesianos administrados pelas associações das comunidades, sob a assistência técnica da Caesb, a Fercal tem aproximadamente 29 mil habitantes.

Gama

Gama

O Gama está localizado a 30 km de Brasília, entre duas importantes rodovias federais (BR-060 e BR-040) ligadas pela DF-290. Conhecida como a capital do Entorno, é polo econômico e geográfico para cidades goianas vizinhas (Novo Gama, Valparaíso, Cidade Ocidental, Luziânia e Santo Antônio do Descoberto).

Guará

Guará

O Plano Diretor do Guará sofreu modificações que permitiram a construção de prédios mais altos e a fundação de novas quadras residenciais próximas às Regiões Administrativas de Candangolândia e Núcleo Bandeirante. Foram erguidos prédios com até 27 andares e complexos residenciais de luxo. Os preços das casas e dos apartamentos dobraram nos últimos anos, modificando o perfil do consumidor.

Itapoã

Itapoã

A Região Administrativa XXVIII, entre Sobradinho e Paranoá, é uma das mais recentes, por isso ainda está em fase de consolidação. A ocupação das terras, que antes pertenciam à União, começou em julho de 2001. A subadministração de Itapoã foi criada em 2003, vinculada à administração do Paranoá. O status de RA veio em janeiro de 2005.

Jardim Botânico

Jardim Botânico

As terras da Região Administrativa XXVII pertenciam às fazendas Taboquinha e Papuda. O Setor Habitacional Jardim Botânico foi criado pelo Decreto nº 20.881, de 1999. O governo do Distrito Federal, por meio da Lei nº 2.786, institui, em 2002, a Gerência da Região dos Condomínios, ligada à administração do Lago Sul. Em agosto de 2004, pela Lei nº 3.435, o Jardim Botânico foi oficialmente constituído.

Lago norte

Lago norte

Alvo recente das construtoras, o Lago Norte é uma espécie de nova fronteira imobiliária no DF.

O Centro de Atividades (CA), localizado nos arredores do Iguatemi, oferece apartamentos e lojas comerciais de diversos padrões.

Lago sul

Lago sul

O bairro mais nobre da capital federal ostenta índices de renda e de qualidade de vida semelhantes aos de alguns dos países europeus mais desenvolvidos.

Núcleo bandeirante

Núcleo bandeirante

O Núcleo Bandeirante foi a maior área de povoamento anterior à construção de Brasília. Atualmente 26 mil pessoas moram na RA, de acordo com dados oficiais. Uma das motivações da origem da cidade ainda continua forte – o setor hoteleiro, com cerca de quatrocentos leitos, que estão sempre ocupados.

Paranoá

Paranoá

O Paranoá surgiu com a chegada dos primeiros trabalhadores para as obras da barragem do lago que leva o mesmo nome. Em 1957, a Vila Paranoá foi inaugurada para abrigar os operários. Mesmo após a capital federal ficar pronta, os pioneiros permaneceram no local porque era preciso concluir as obras da usina. Na época, o acampamento era composto por oitocentos barracos que abrigavam 3 mil moradores.

Park Way

Park Way

O Setor de Mansões Park Way foi criado para ser uma região exclusivamente residencial. Atualmente a instalação de estabelecimentos comerciais divide a opinião das 45 mil pessoas que vivem na RA XXIV. A maioria da população do Park Way vive em condomínios fechados horizontais e em grande mansões. São 1.188 lotes com até oito casas construídas em cada um. Quem vive nesta área nobre do DF precisa percorrer, em média, 10 km para fazer compras. Não há padaria, mercado, banco, farmácia ou salão de beleza.

Planaltina

Planaltina

A cidade mais antiga do Distrito Federal (os primeiros registros datam do século XVIII) é conhecida por celebrações tradicionais como a Folia do Divino, a Via-Sacra do Morro da Capelinha e o Vale do Amanhecer, que influenciam o turismo religioso.

A vocação rural está presente desde a criação da cidade, em agosto de 1859. Até hoje as produções de feijão, milho, soja, trigo, café, hortaliças e frutíferas, além dos rebanhos bovino, suíno e aves movimentam a riqueza local.

Recanto das Emas

Recanto das Emas

A região que antes era ocupada por pequenas chácaras e possuía grande quantidade de uma planta chamada canela-de-ema, de onde vem o nome da RA, tem a economia hoje sustentada no comércio de rua. A cidade conta com cerca de 2 mil empresas que absorvem quase um quarto da força de trabalho.

Riacho Fundo

Riacho Fundo

O Riacho Fundo surgiu em 1990 por meio de um programa de governo de assentamento habitacional para erradicar invasões. O nome da cidade foi inspirado no ribeirão Riacho Fundo. Em 1993 o local tornou-se a XVII Região Administrativa do Distrito Federal e, posteriormente, foi dividida em duas, tendo sido criado então o parcelamento do Riacho Fundo II, que em 2003 passou a ser uma nova Região Administrativa.

Riacho Fundo II

Riacho Fundo II

O Riacho Fundo II começou a ser loteado em 1994. Ao todo foram assentadas 562 famílias que antes viviam em uma invasão do Setor de Indústrias e Abastecimento na QN1. Em 13 de março daquele ano aconteceu a primeira transferência, por isso a data passou a ser lembrada como aniversário da cidade. A subadministração regional da cidade foi criada pelo governo do Distrito Federal em 2001, e somente em maio de 2003 a cidade foi transformada em Região Administrativa. A emissão de certidões para os imóveis em 2010 trouxe ao Riacho Fundo II a oportunidade de valorizar-se como opção imobiliária. Como consequência, vieram mais investimentos e moradores.

Samambaia

Samambaia

A área territorial de Samambaia fazia parte do Núcleo Rural de Taguatinga. A cidade, como muitas do Distrito Federal, nasceu a partir do grande fluxo de trabalhadores durante o processo de formação da capital do país. Em 25 de outubro de 1989, Samambaia tornou-se a 12ª Região Administrativa do DF.

Santa Maria

Santa Maria

Santa Maria surgiu como um núcleo rural da Região Administrativa do Gama. O nome é derivado do rio que corta a cidade. Localizada a 26 km de Brasília, é fruto de um programa de distribuição de lotes realizado pelo governo do Distrito Federal e compreende áreas da Marinha, Saia Velha e o Polo JK.

São Sebastião

São Sebastião

A área da Região Administrativa XIV pertencia às fazendas Taboquinha, Papuda e Cachoeirinha. Com o início das obras da construção de Brasília, as fazendas foram desapropriadas. No local, instalaram-se olarias para atender à construção civil – logo depois desativadas, restando o povoamento ao longo das margens dos córregos Mata Grande e Ribeirão Santo Antônio da Papuda. O nome da cidade é uma homenagem a "Seu Sebastião", um dos primeiros comerciantes a chegar à região.

SCIA/Estrutural

SCIA/Estrutural

A SCIA/Estrutural é a Região Administrativa onde mais vivem crianças e adolescentes, conforme levantamento da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) de 2006. São 40% de pessoas entre zero e 14 anos, enquanto a média do DF é de 25%. Apenas 3% dos moradores da SCIA/Estrutural têm mais de 60 anos.

SIA

SIA

De acordo com pesquisa realizada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) em 2010, a maioria das empresas localizadas no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) não desempenha atividades relacionadas ao que se propõe o lugar. Ao todo, são 2.586 firmas instaladas no SIA. Destas, 62,3% pertencem ao varejo, 23,8% são prestadoras de serviço, 6,7% constituem indústrias de transformação, 3,5% são do ramo atacadista, 3,3% respondem por indústrias da construção civil, 0,25% são indústrias de produção e distribuição de eletricidade, gás e água.

Sobradinho

Sobradinho

O desenvolvimento econômico de Sobradinho decorre do boom populacional meados da década de 1990.

A geografia da região é convidativa. Muitos morros e cachoeiras, clima ameno, belezas naturais e tranquilidade fazem de Sobradinho um lugar potencialmente único para se firmar como a capital do ecoturismo no DF.

Sobradinho II

Sobradinho II

Sobradinho II foi desmembrado de Sobradinho em 27 de janeiro de 2004. A área de 285 km² experimentou um boom populacional na década de 1990 em decorrência do Programa de Assentamento de População de Baixa Renda. A Região Administrativa XXVI é formada por assentamentos e diversos outros condomínios antes pertencentes a Sobradinho.

Sudoeste/Octogonal

Sudoeste/Octogonal

Parte do Cruzeiro até 2003, o Sudoeste/Octogonal nasceu como Áreas Octogonais e Setor de Habitações Coletivas Sudoeste. O comércio, antes tímido, é hoje um dos mais diversificados do DF.

A ampliação do Sudoeste prevê seis blocos comerciais, com quatro andares, no fundo das quadras, virados para a rua em frente ao Setor de Oficinas. As novas quadras vão abrigar mais edifícios residenciais, ampliando a população atual, de 47 mil moradores, para cerca de 51 mil.

Taguatinga

Taguatinga

Considerada a capital econômica do Distrito Federal, com 12 mil empresas, 100 mil trabalhadores e um comércio que abastece a população local, estimada em 221 mil habitantes, a cidade desenvolveu atividades diversificadas e tornou-se autossuficiente em quase tudo.

Varjão

Varjão

Criada em 1991 por decreto como Vila Varjão, a implantação da Região Administrativa XXIII só ocorreu em maio de 2003. Por muito tempo a cidade localizada entre o Lago Norte e o Setor Habitacional Taquari foi considerada violenta e alvo predileto de invasões. Hoje, porém, o cenário é totalmente diferente.

Vicente Pires

Vicente Pires

A região já foi habitada por índios e fazendeiros e guarda uma história de famílias em busca do novo. Tudo começou com um processo de expansão da área de produção rural da Colônia Agrícola de Águas Claras. Essas famílias, que tinham prazo estipulado para residir nas terras, extraíam da natureza o que podiam. Produziam produtos hortifrutigranjeiros, leite de cabra e bovino, milho, feijão e vinho e criavam pombos-correio. E assim, em 2009 nasceu Vicente Pires, a 30ª Região Administrativa do Distrito Federal.

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