Riacho Fundo

Riacho Fundo abriga mais de dois mil estabelecimentos comerciais 

O Riacho Fundo surgiu em 1990 por meio de um programa de governo de assentamento habitacional para erradicar invasões. O nome da cidade foi inspirado no ribeirão Riacho Fundo. Em 1993 o local tornou-se a XVII Região Administrativa do Distrito Federal e, posteriormente, foi dividida em duas, tendo sido criado então o parcelamento do Riacho Fundo II, que em 2003 passou a ser uma nova Região Administrativa.

Ao longo de 22 anos, o Riacho Fundo I experimentou diversas fases de desenvolvimento. Mudaram o comércio, a infraestrutura urbana e as áreas residenciais. Mesmo com o crescente desenvolvimento, o lugar preserva as qualidades de uma cidade do interior.

A proximidade com Taguatinga e com o Plano Piloto confere à cidade o status de ponto estratégico para o mercado imobiliário. Como em outras RAs, construtoras apostam na oferta de imóveis comerciais e residenciais. O potencial consumidor de 30 mil pessoas torna a Região Administrativa atraente para os negócios e novos lançamentos. Segundo pesquisa da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), de 2011, a maior parte dos habitantes da região pertence à classe C, com renda mensal acima de seis salários mínimos por família (cerca de R$ 3.170).

Várias empresas de porte nacional começaram a se instalar na cidade nos últimos anos, algumas ligadas ao setor de serviços, aumentando o número para 2 mil estabelecimentos. Entre elas destacam-se a Cacau Show e O Boticário, além dos laboratórios Sabin e Pasteur.

O Riacho Mall, primeiro e único shopping, está localizado à beira da BR-060 (que liga a capital federal a Goiânia) e abriga redes varejistas nacionais e o comércio local. Um centro empresarial anexo oferece a profissionais liberais salas para escritórios.

Outra atividade marcante da economia do Riacho Fundo é a agricultura. Os descendentes de japoneses ocuparam a zona rural desde a década de 1970 para plantar frutas e verduras.

Moradores e turistas têm à disposição o Parque Ecológico do Riacho Fundo I. Fundado em 1997, o parque possui 543 hectares de terra e são oferecidas trilhas ecológicas, oficinas de reciclagem e uma biblioteca com livros sobre o cerrado. Além disso, há espaço para ações voltadas à arte, como aula de violão e dança.

Vista aérea da cidade (Foto: Wikipédia)

O movimento dos artesãos é um dos mais originais do DF. O forte do setor são os trabalhos confeccionados com matérias-primas retiradas de materiais recicláveis. Os artesãos contam com o apoio de associações, como a ONG Viverde, o Instituto de Saúde Mental e um projeto que orienta as mulheres a transformarem o artesanato em fonte de renda. São desenvolvidas também atividades nos pontos de cultura, como o Centro Cultural e Social Grito da Liberdade, que oferece roda de capoeira à comunidade.

O território está dividido em quatro áreas urbanas: Quadras Industriais – QIs, Quadras Norte – QNs, Quadras Centrais – QCs e Quadras Sul – QSs e os Conglomerados Agrourbanos de Brasília I e II – CAUB I e II. Na área rural estão localizados a Fundação Cidade da Paz, sede da Universidade Holística Internacional, e o setor de Pesquisa de Produção de Sementes da Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa-Hortaliças).

A estrutura urbana da cidade é constituída de oito escolas públicas e uma particular; um Batalhão do Corpo de Bombeiros; uma Delegacia de Polícia (29ª DP); um Batalhão da Polícia Militar (28ª BPM); dois postos de segurança comunitária; um Fórum; dois postos de saúde; uma Vila Olímpica, composta de piscinas, quadras poliesportivas, circuitos inteligentes, uma pista de corrida; e os seguintes bancos: Bradesco, Itaú, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

Administração Regional: 
AC 3, lote 6, Praça Central
Riacho Fundo-DF, CEP: 71810-300
Fones: (61) 3399-9401/3399-9400/3399-2028
Fax: (61) 3399-9447
E-mail: admregional@riachofundo.df.gov.br
Site: www.riachofundo.df.gov.br